O comediante Pete Davidson decidiu ajudar na cura de uma doença rara após conhecer um jovem fã com a síndrome. Ele doou uma grande quantia em dinheiro para financiar estudos científicos que buscam novos tratamentos.
Pete Davidson conheceu Liam, um jovem que possui a síndrome 5p-, conhecida como síndrome de Cri du Chat, durante as gravações do programa "Tommy Karate" no Brooklyn. O comediante se comoveu com a história do menino, que também tem o sonho de trabalhar com comédia. Essa conexão pessoal motivou uma atitude solidária do artista.
De acordo com uma publicação da Cri du Chat Research Foundation no Facebook, Pete Davidson fez uma doação de US$ 20 mil para auxiliar nas pesquisas dessa doença rara. A fundação divulgou a notícia compartilhando uma foto do ator com Liam e a mãe do garoto, agradecendo publicamente pelo gesto generoso.
Os pontos principais da notícia
- Pete Davidson doou US$ 20 mil para pesquisa da síndrome de Cri du Chat.
- O encontro aconteceu nas gravações de "Tommy Karate" no Brooklyn.
- O jovem Liam, fã do ator, também sonha em ser comediante.
- A fundação elogiou a atitude de dar visibilidade a doenças raras.
- A doação ajudará no desenvolvimento de novos medicamentos.
A legenda da postagem destacou o carinho de Pete pelo menino: "Um sincero agradecimento ao ator, escritor, comediante e nova-iorquino de nascimento, Pete Davidson, por dedicar seu tempo para conhecer melhor a síndrome 5p- (síndrome de Cri du Chat), conhecer o nosso Liam, o Leão, e demonstrar tanto carinho a ele". A fundação ressaltou o ponto em comum entre ambos: ambos são de Nova York e querem seguir a carreira de comédia.
"Pete, sua vontade genuína de ouvir, aprender e dar visibilidade a essa doença rara e grave significa para nós mais do que conseguimos expressar em palavras. E sua generosa doação à Fundação de Pesquisa Cri du Chat ajudará a impulsionar pesquisas fundamentais e o desenvolvimento de medicamentos para a síndrome 5p-. Somos incrivelmente gratos", afirmou a organização responsável pela causa.
Desafios das doenças raras no mundo
A publicação também abordou a situação das doenças raras globalmente. Centenas de milhões de pessoas convivem com essas condições, mas muitas não têm tratamento para a causa raiz do problema. O texto apontou que a ciência avança rápido com terapias genéticas e de RNA, mas o sistema atual falha em levar essas descobertas até os pacientes.
"No entanto, o modelo de negócios necessário para levar essas descobertas do laboratório até os pacientes com doenças raras está falhando justamente com as pessoas que mais precisam delas. Famílias como a nossa são cada vez mais chamadas a liderar pesquisas e arrecadar milhões de dólares simplesmente para abrir caminho para os tratamentos de que nossos filhos precisam desesperadamente", lamentou a fundação.
A organização alertou que não se pode aceitar um cenário onde a ciência existe, mas o acesso é negado. Cada ano, criança e família que aguardam uma resposta são fundamentais nessa luta. Para crianças como Liam, terapias que mudam o curso da doença podem alterar suas vidas de forma decisiva, indo além do simples controle de sintomas.
Imporância da conscientização e doação
Por isso, defender a causa e investir nela é essencial. É importante que figuras públicas como Pete Davidson usem sua voz para apoiar a comunidade de pessoas com doenças raras. A fundação agradeceu ao ator por conhecer a história de Liam e por ajudar o mundo a enxergar essa realidade.
"A conscientização cria conexões. As conexões geram investimentos. O investimento gera inovação. E a inovação pode proporcionar acesso a tratamentos que mudam vidas", explicou o texto. O agradecimento final foi estendido a todas as famílias afetadas e às comunidades que lutam para que a ciência acompanhe as novas possibilidades médicas.
A doação de Pete Davidson também foi confirmada pela revista People através de um representante do comediante. O caso serve de inspiração para ações que unem fama e solidariedade em prol da saúde de grupos vulneráveis.

Pete Davidson ao lado de Liam e sua mãe - Facebook Cria Du Chat Research Foundation





