O governador de Mato Grosso, Otávio Pivetta, criticou senadores por não votarem leis importantes e usou o 7 de Setembro para cobrar mais liberdade e ação política no Brasil.
O governador de Mato Grosso, Otávio Pivetta (Republicanos), criticou publicamente a postura de parlamentares que, segundo ele, possuem interesses pessoais ('rabo preso') que os impedem de votar em temas fundamentais para o país. A declaração ocorreu no contexto da celebração da Independência do Brasil, onde Pivetta buscou comparar a luta contra impostos abusivos no século XIX com os desafios atuais da carga tributária brasileira.
Para o governador, a verdadeira liberdade só existe quando as instituições funcionam em harmonia. Ele apontou o Supremo Tribunal Federal, o Congresso Nacional e a Presidência da República como pilares que precisam atuar juntos. Pivetta questionou se a população se sente realmente livre diante da confusão entre essas esferas de poder.
O que você precisa saber sobre a fala do governador
- O governador usou a data de 7 de Setembro para cobrar mais ação política e menos passividade no Senado.
- Ele acusou senadores de não votarem leis necessárias porque possuem interesses particulares ou pressões externas.
- Pivetta mencionou a relação tensa entre o STF, o Congresso e a Presidência como um obstáculo à liberdade.
- O texto destaca a importância da gestão pública eficiente e da troca de administradores incompetentes.
- O discurso serve também como preparação para as eleições futuras, onde Pivetta visa a continuidade de seu governo.
Na opinião de Pivetta, a falta de coragem ou de independência de alguns senadores trava a reorganização do país. Ele afirmou que, se fossem realmente livres, esses parlamentares aprovariam as leis necessárias para 'organizar a casa'. A fala foi genérica ao não citar nomes públicos, mas o contexto eleitoral aponta o senador Wellington Fagundes (PL), adversário direto do governador na disputa pelo Palácio Paiaguás.
Convite para participar da política
O governador convidou os cidadãos que se sentem oprimidos ou sem liberdade a participarem ativamente da vida política. Ele argumentou que a liberdade é construída coletivamente, com a presença de todos. Segundo Pivetta, é momento de eleger representantes que tenham capacidade técnica e vontade de trabalhar pela população, trocando os administradores ruins que não conseguem gerir os recursos públicos.
Encerrando suas considerações, Pivetta projetou seus objetivos para o próximo quadriênio. Ele prometeu um governo focado em realizações tangíveis, baseando-se na experiência acumulada anteriormente. Para ele, é possível fazer mais e melhor após aprendizado contínuo. Seu compromisso final é honrar o povo de Mato Grosso dedicação total e entrega do seu melhor esforço na administração do estado.

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