O PT de São Paulo ainda não começou a desenhar estratégias para a pré-campanha de Fernando Haddad ao governo do Estado. O atual ministro da Fazenda, que deve deixar o cargo até o fim da semana que vem, pretende tirar alguns dias de descanso antes de se voltar ao período eleitoral. A previsão de auto
O PT de São Paulo ainda não começou a desenhar estratégias para a pré;-campanha de Fernando Haddad ao governo do Estado. O atual ministro da Fazenda, que deve deixar o cargo até o fim da semana que vem, pretende tirar alguns dias de descanso antes de se voltar ao período eleitoral. A previsão de autoridades paulistas da sigla é; de que Haddad entre de cabeç;a no pleito a partir de abril.
No dia 6, o partido fará, em Brasília, um jantar de arrecadaç;ão de fundos. A expectativa é; que o próprio Haddad compareça, além de outros nomes como o do ministro da Educaç;ão, Camilo Santana – talvez o próprio presidente Lula. O evento tem como motivo oficial os 46 anos do partido, completados em fevereiro. Esse deve ser o pontapé inicial de maiores movimentaç;ões políticas. Haddad vai precisar ajudar a compor a chapa no Estado, e deve conversar com as ministras Marina Silva, do Meio Ambiente, e Simone Tebet, do Planejamento, sobre as vagas ao Senado.
Como mostrou a coluna, Haddad sempre foi o favorito do Partido dos Trabalhadores que enxerga no atual ministro um impulsionador de Lula em São Paulo, maior colégio eleitoral do país. A expectativa já; era de uma definiç;ão no mês de março.
Apesar das recentes derrotas em São Paulo – em 2016, perdeu a Prefeitura de São Paulo no primeiro turno para João Doria e, em 2022, por Tarcísio na corrida ao governo paulista, dessa vez no segundo turno -, Haddad é visto como figura com forte influência. O resultado de 2022 não foi considerado ruim, pelo contrário: ao todo, Tarcísio de Freitas conquistou 55,30%, contra 44,70% do atual ministro – o melhor resultado do partido em uma disputa ao Bandeirantes. O cená;rio foi reforç;ado recentemente, com pesquisas demonstrando um avanç;o do pré;-candidato da oposiç;ão, Flávio Bolsonaro (PL), nos números contra Lula.
*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.

Haddad: Câmara deve votar projeto de devedores contumazes nesta terça





